Não vendemos peptídeos — construímos a via legal até eles. Peptídeos liofilizados com laudo de pureza por lote, rastreabilidade por QR e importação conduzida sob prescrição médica verificada. Feito para médicos prescritores e clínicas que não podem depender da palavra do fornecedor.
Sem compromisso e sem cobrança. Pedimos nome, e-mail e estado — nenhum dado clínico.
Cada frasco leva um QR único. A câmera abre a ficha daquele lote — não um PDF institucional.
Nenhum pedido avança sem receita válida conferida por pessoa.
Só moléculas com registro sanitário em agência reconhecida.
Código e QR abrem a ficha real do frasco que chegou.
Importação sob vistoria de órgão sanitário competente.
A maior parte do mercado opera em silêncio: ninguém diz sob qual regra está agindo, porque em geral não está sob nenhuma. Nós dizemos — na página inicial.
Um peptídeo com registro sanitário no exterior, mas sem registro no Brasil, não pode ser comercializado aqui por um distribuidor. Aprovação em outro país não cria autorização de venda local.
Mas a norma brasileira admite a importação por pessoa física, para uso próprio, mediante prescrição médica. Nesse caminho, o importador é o paciente — não uma empresa.
A LASTRO opera essa via: valida a prescrição e o registro do prescritor, verifica a procedência regulatória da molécula, monta o dossiê, conduz a importação sob vistoria e entrega com lote rastreável.
Um serviço de viabilização documental e logística. Não somos revendedores de medicamento sem registro — e é por isso que a frase lá em cima é literal, não publicitária.
O paciente quer o peptídeo. Você, médico, quer prescrever sem que a origem do frasco vire um problema no seu conselho. São coisas diferentes — e só uma delas se resolve com documento.
Quando o material chega por um grupo de mensagens, sem laudo, sem lote, sem nota e sem registro em lugar nenhum do mundo, o risco não fica só com quem aplica. Fica com quem prescreveu.
A proposta: você prescreve, nós provamos. Cada etapa da cadeia gera um documento que fica disponível para você — antes da indicação, não depois do problema.
Cada garantia abaixo termina em um documento que você pode abrir. Se uma delas não puder ser provada, o pedido não sai.
A prescrição não é um checkbox no checkout. É o que faz o pedido existir — e é conferida por gente, não por script.
Só trabalhamos com peptídeos que têm registro sanitário em ao menos uma agência reconhecida — e dizemos qual, para qual indicação e desde quando.
Código de lote impresso e QR único. Abrem a ficha daquele frasco específico — não uma página institucional bonita.
Pureza declarada é fácil. Pureza demonstrada — com método, data e material vistoriado na entrada — é o que separa insumo sério de pó com rótulo.
Existe uma diferença enorme entre uma molécula com autorização de comercialização emitida pela FDA e uma molécula que alguém alega ser aprovada em algum país. Por isso o nosso critério é público, escalonado e vem com link para o registro oficial.
Autorização de comercialização emitida por FDA, EMA, PMDA, Health Canada, MHRA, TGA ou Swissmedic.
Registro em agência ou farmacopeia nacional, com uso clínico e literatura publicada. Exibido sempre com essa ressalva.
Peptídeo apenas "de pesquisa", sem autorização sanitária em qualquer jurisdição. Não trabalhamos — e publicamos por quê.
Um caso real do nosso critério. Existe um peptídeo bastante procurado no Brasil que recebeu aprovação da FDA em setembro de 2025 — mas exclusivamente para uma doença mitocondrial rara, por via acelerada. Praticamente ninguém que procura essa molécula aqui tem essa doença. Dizer apenas "aprovado pela FDA" seria uma meia-verdade — e meia-verdade é a moeda do mercado que viemos substituir. Por isso a indicação aprovada aparece sempre, ao lado da agência e da data.
A norma sanitária brasileira proíbe divulgar medicamento sob prescrição ao público leigo. Então o catálogo — com nome da molécula, agência, indicação aprovada, data e laudo — fica atrás de login com registro profissional verificado.
Não é uma tática de conversão. É a regra. E uma empresa que existe para respeitar regras não deveria quebrar a primeira delas na própria página inicial.
Solicitar acesso profissionalNum mercado assim, metade da confiança vem do que a empresa se nega a fazer. Então está escrito aqui, antes de você nos dar seu e-mail — e não numa página escondida no rodapé.
Peptídeo sem registro em nenhuma agência do mundo. Se é só "research chemical", não entra no catálogo. Publicamos a lista dos recusados e o motivo de cada um.
Venda sem prescrição. Não existe "modo alternativo", nem exceção para cliente antigo, nem jeitinho para volume.
Indicação, dose ou protocolo. Isso é ato médico. Nós cuidamos da cadeia; o médico cuida do paciente.
Marketing de emagrecimento, performance ou longevidade. Não prometemos resultado. Nosso produto é a cadeia de custódia — não a esperança.
Laudo genérico. Laudo é por lote. Se não temos o do seu, não vendemos o seu.
Não teremos como ganhar do mercado informal na velocidade — cada etapa gera documento, e documento leva tempo. Então já declaramos a estimativa em vez de esconder: 14 a 30 dias. Se isso for inviável para a sua clínica, queremos saber agora, não depois.
Você se identifica como médico prescritor, clínica ou paciente com prescrição. Cada perfil segue um fluxo distinto.
~1 diaConferimos registro profissional e prescrição. Nada avança enquanto isso não fecha.
1–3 diasVerificamos a procedência regulatória da molécula e montamos o dossiê da importação em seu nome.
2–5 diasConduzimos a importação sob vistoria do órgão sanitário competente, com lote já atribuído.
7–20 diasChega com QR no frasco. Você escaneia, abre a ficha e confirma que o que veio é o que foi prometido.
2–4 diasProtótipo funcional da ferramenta pública de verificação de lote. Qualquer pessoa — cliente ou não — digita o código e vê a ficha inteira. Transparência que não depende de você acreditar em marketing.
Teste com BR-2607-A19 ou BR-2605-C07 — ou digite outro código para ver a resposta de lote não reconhecido.
Os lotes de teste são fictícios, criados para demonstrar o formato da ficha.
Dois perfis, um só padrão de exigência.
Você prescreve — e é o seu registro que fica exposto se o frasco não tiver procedência. Documento na mão vale mais que confiança no fornecedor.
Você já tem receita e não quer depender de grupo de mensagens, importação sem rastro ou frasco sem procedência.
Ainda não abrimos — e é por isso que o seu nome aqui importa. Quem entra agora é chamado no primeiro lote e ajuda a definir o que a LASTRO vai ser. Médicos prescritores têm prioridade.
Escrevemos assim que abrirmos o próximo lote de acesso. Se você é prescritor, é provável que a gente te procure antes — queremos ouvir o que falta no seu dia a dia.
Não somos revendedores de medicamento sem registro no Brasil — isso seria ilegal, e nenhuma aprovação estrangeira muda isso. O que fazemos é operar a via legal que existe: a importação por pessoa física, para uso próprio, mediante prescrição médica. O importador é você (ou seu paciente); a LASTRO valida a documentação, verifica a procedência da molécula, conduz a importação sob vistoria e entrega com lote rastreável. Você contrata um serviço, não um atalho.
A norma brasileira admite a importação de produto sem registro nacional quando feita por pessoa física, para uso próprio e mediante prescrição médica. O importador, nessa modalidade, é o próprio paciente — não a empresa. É exatamente essa a via que a LASTRO opera, e é por isso que insistimos que não vendemos o frasco: viabilizamos a importação dele, com documentação completa.
Seria, se parássemos na palavra "aprovado". Por isso todo produto mostra qual agência, para qual indicação, desde quando e um link para o registro oficial. Existe peptídeo aprovado pela FDA apenas para uma doença rara — quem usa para outra finalidade está em uso off-label, e nós escrevemos isso ao lado do produto em vez de esconder. Aprovação em outro país é critério de curadoria, nunca autorização de venda no Brasil.
Cada lote tem laudo próprio, com pureza determinada por HPLC (fase reversa), identidade confirmada por espectrometria de massas e controle de endotoxina. O laudo traz método, data de análise e número do lote — que é o mesmo impresso no frasco que chega até você. Laudo genérico, de outro lote ou sem método declarado não serve, e nós não usamos.
O código do lote vem impresso no frasco e o QR abre a ficha daquele lote — pureza, método, identidade, fabricação, validade, procedência regulatória e origem. Você confere o mesmo código na nossa página pública de verificação, sem login, inclusive antes de fechar o pedido. Se o código não bater, isso é um alerta, e a tela diz isso com todas as letras.
Porque a norma sanitária brasileira proíbe divulgar medicamento sob prescrição ao público leigo. O catálogo, com nome da molécula, agência, indicação aprovada e laudo, fica atrás de login com registro profissional verificado. Uma empresa que existe para respeitar regras não deveria quebrar a primeira delas na própria página inicial.
Porque cada etapa gera documento: validação de prescrição, dossiê de importação, desembaraço sob vistoria, conferência de lote. O mercado informal entrega mais rápido justamente porque pula tudo isso. A lentidão não é um defeito do nosso processo — é o processo.
Não, e não vamos passar a indicar. Indicação clínica, posologia e acompanhamento são responsabilidade exclusiva do médico prescritor. Nossa competência é a cadeia de custódia: procedência, qualidade, rastreabilidade e conformidade documental.
Não tem mesmo, e é de propósito. Uma empresa que ainda não opera não deveria fingir ter canal de atendimento — seria a primeira promessa que a gente quebraria. Por enquanto o formulário é o único caminho: entre na lista e nós escrevemos. Médicos prescritores são procurados primeiro.
Entre na lista de espera e seja chamado no primeiro lote de acesso. Sem compromisso, sem cobrança e sem nenhum dado clínico.
Entrar na lista de espera